Fla vai perdendo a força
24 Comentarios Published by Rafael julho 22nd, 2008 in Campeonato Brasileiro 2008, Flamengo, Futebol
O Flamengo perdeu mais uma por 1×0, a segunda derrota seguida no brasileirão. A diferença para a última derrota foi o fato dessa ser em casa, no Maracanã.
O impedimento mal marcado, prejudicando mais uma vez o Flamengo nesse campeonato, não pode ser usado como desculpa. O Vitória fez o seu gol aos 9 minutos do 2º tempo e o Flamengo nem empatar conseguiu. Jogou mal demais. Obina, na entrada da pequena área, chutou e a bola acabou na lateral.
O time da Gávea vai mostrando que não tem todo esse potencial mostrado no início da temporada e do campeonato em questão. Não pode ser considerado forte para um brasileirão longo desse um time que não tem um meia armador original. Na falta de, Caio Jr. coloca o Erik na maior fogueira, podendo queimar a maior revelação na Gávea depois do Renato Augusto.
Já disse aqui, um time para ser campeão, não pode se dar ao luxo de perder pontos assim tão conformado. Com todo respeito ao Coritiba e ao Vitória, o Flamengo jogou 6 pontos na lata de lixo. O Flamengo tinha a obrigação de ganhar desses pois almeja o título. Essa “gordura” era para ser queimada (ou não) contra Cruzeiro, Palmeiras… (os jogos contra São Paulo, Inter e Grêmio já ocorreram nesse turno). O tricolor paulista já ganhou 3 seguidas e está apenas a 3 pontos do líder.
Não gosto muito de falar de técnico. Quando falo, geralmente é para malhar o cara. Mas tenho que dizer que o Caio Jr. foi uma grata surpresa, apesar de não concordar 100% com suas opiniões. O cara parece sério e colocou os melhores para jogar e em suas posições originais, aquelas nas quais o jogador rende mais. Já percebeu que o time precisa de um meia. Só falta perceber que o ataque é fraco ainda.
Ele, Muricy Ramalho, os leitores do Globo on line e muita gente que eu conversei acha que a queda de rendimento do time do Flamengo deve-se à perda do Renato Augusto e Marcinho para a tal janela. Sinceramente, isso é desculpa. Não questiono a qualidade desses dois, mas eles não eram tão fundamentais assim para o Flamengo como é o Bruno, Leo Moura e Juan. O clube ainda conta com esses mais Fábio Luciano, Kléberson e Ibson. E a dupla de ataque titular hoje deveria ser Tardelli e Maxi.
De qualquer forma já estão querendo achar muitas explicações quando o time ainda é líder do campeonato. Ainda não os avisaram que é assim mesmo? Nenhum time vai manter sempre o mesmo (bom) padrão de jogo. Altos e baixos vão rolar. É preciso ter mais altos que baixos. A parada é colocar a cabeça no lugar, partir pra cima da Lusa e trazer os 3 pontos.
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A primeira vez a gente nunca esquece
5 Comentarios Published by Robinson julho 21st, 2008 in Fórmula-1
Mais um marco ao clã Piquet na Alemanha
Hospitalizado, Timo Glock deve ter recebido flores, bombons, cartões estimando melhoras e quem sabe, algumas grid babes vestidas de enfermeiras. Tudo presente de Nelsinho Piquet. Na mesma pista onde o pai estreou na Fórmula 1, o filho subiu ao pódio pela primeira vez. Largando de uma desanimadora décima-sétima posição, ele entrava no box para seu único reabastecimento no exato instante em que o alemão bateu violentamente a traseira de seu Toyota no muro, com a suspensão rompida. Guiou algumas voltas na liderança, manteve um bom ritmo e seu segundo lugar lavou a alma da Renault. Os franceses tiveram o melhor resultado no ano e entraram definitivamente na briga com Toyota e Red Bull para ser a quarta força da temporada. Fernando Alonso, que foi péssimo e chegou em décimo-primeiro, se roeu.
E o maior mérito dele ainda veio após a corrida. Como sempre, a imprensa correu em cima, esperando um desabafo, um cala-boca aos críticos. Ao não rebater ninguém, tampouco prometer resultados sabidamente difíceis pela limitação do seu equipamento, ele mostra maturidade e se foca no que ele realmente precisa fazer para melhorar como piloto. Nada de papo furado para vender jornal. Palmas para ele.
Rala, Ferrari
Mesmo tendo demonstrado superioridade nos últimos testes, a Ferrari levou um baile da McLaren, na casa da Mercedes. Felipe Massa perdeu a pole no sábado e em nenhum momento teve possibilidade de disputar a vitória. Terminou a corrida no terceiro lugar sendo pressionado pela BMW de Nick Heidfeld. Este, mais uma vez superou Robert Kubica, que foi apenas o sétimo, apagado como Kimi Räikkönen. O homem de gelo já vinha mal e ainda teve que esperar na fila para fazer a segunda parada, quando os dois carros da Ferrari foram aos boxes na mesma volta durante a bandeira amarela. Fez uma boa progressão no último trecho, mas nada que o levasse além do quinto posto. Novamente, está atrás do parceiro na classificação, e cada vez mais se fala em sua aposentadoria ao fim de 2009.
Os engenheiros da equipe italiana, depois desse revés, parece ter ficado sem rumo. A próxima corrida em Budapeste favorece tradicionalmente aos rivais prateados, e se não quiserem que seus pilotos fiquem para trás na tabela, terão que tirar um coelhão vermelho da cartola. Os erros abundantes ao longo do ano começam a mandar a conta para Maranello.
CoultHARD de engolir
O David Coulthard é mesmo uma máquina de tirar os outros da pista. A vítima da vez foi Rubens Barrichello. O brasileiro nem reclamou. Disse que Coulthard provavelmente não o viu. Levando em consideração o que a Honda não andou no fim de semana, foi até um favor do escocês “Mr. Magoo”.
Se ele não fosse muito gente fina, teria feito muitos inimigos no seu ano de despedida. Mas não são poucos os que gostariam da antecipação de sua aposentadoria, marcada somente para o fim do ano.
Vettel, o funcionário do ano
O imberbe alemãozinho chegou em oitavo, marcando mais um pontinho. E teve confirmado o power-up para a próxima temporada. De Toro Rosso, ele passará a Red Bull.
Faltou falar de alguém?
Claro!!! Do vencedor!!!! O soberbo!!! Lewis Hamilton simplesmente detonou a todos. Fez a pole, disparou na dianteira, e quando tudo indicava que a corrida seria chata, a McLaren resolveu dar emoção. Falharam grosseiramente ao não chamar o inglês para o reabastecimento durante a bandeira amarela. Mas tudo bem, porque voltando de sua segunda parada em quinto, ele superou um a um dos seus adversários. Massa ainda tentou resistir. Os outros, prudentemente, o deixaram ir embora. Numa temporada marcada por erros de parte a parte, Lewis fez a diferença quando o próprio time jogou contra. Ele se isolou na liderança do campeonato, com quatro pontos de vantagem para Massa. Crescendo no momento certo, pode ficar difícil batê-lo, num ano em que o desempenho de todos os postulantes ao título foi igual a uma gangorra.
Voltas finais
· O salto de qualidade da McLaren surpreendeu a todos. O fato é que a equipe desenvolveu um sistema que, através de um segundo par de borboletas atrás do volante, controla o torque do motor. Na prática, é como um controle de tração, só que manual. Depois de revelado o segredo industrial, logo os concorrentes terão o mesmo dispositivo. Mas enquanto não conseguem copiar, testar e usar nas corridas, a vantagem é toda de quem inventou.
· De um jeito ou de outro, estamos assistindo a um show de imprevisibilidade. Decisões de equipe equivocadas, barbeiragens dos pilotos de ponta, chuvas, batidas e Safety Cars estão dando ao povo o que o povo gosta: corridas disputadas, com direito à surpresas no final e equilíbrio na tabela de classificação. A tendência é que o campeão só seja conhecido aqui no Brasil. É o melhor campeonato dos últimos tempos.
· Começa a temporada de boatos sobre quem vai para onde em 2009. Vettel está garantido. Em menos de 24 horas, Button e Barrichello foram confirmados e desconfirmados. Nelsinho, outrora carta fora do baralho, depois que soube aproveitar a sorte e ir ao pódio, pode ter alguma chance, senão na Renault, em algum outro lugar. Especula-se de Alonso na Ferrari em 2010. Mas dependendo do destino do bicampeão para 2009 é que as outras peças irão se mover. Todos o querem, poucos são os que oferecem condições para tê-lo. Urubuzando, ainda estão os desempregados da Aguri, Anthony Davidson e Takuma Sato, aguardando um vacilo de alguém para voltarem às pistas.
· A próxima, na Hungria, dia 3 de agosto.
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Perdido no Espaço
13 Comentarios Published by Serginho Valente julho 21st, 2008 in Campeonato Brasileiro 2008, Vasco
Nunca achei o Lopes um grande técnico, mas sempre reconheci as suas virtudes. Ele sempre soube acertar o sistema defensivo de suas equipes, sempre revela novos valores com competência, administra o grupo razoavelmente e, no caso específico do Vasco, se identifica bastante com o clube.
Porém, nesta que deve ser sua última passagem pelo clube, o “delegado” se perdeu. Não conseguiu dar jeito na terrível defesa vascaína. Não consegue extrair o máximo dos novos valores, alguns “descobertos” por ele mesmo, como o excelente Pablo.
O grupo parece estar rachado, não há sinal de cooperação dentro de campo. Leandro Amaral que largou o Vasco no meio do seu contrato, e lá está obrigado pela justiça, é capitão do time na ausência do Edmundo que, por sua vez, não cansa nunca, não cansa nunca de dizer que o grupo do qual faz parte é fraco, e que não agüenta mais jogar futebol.
O Lopes não consegue mais acertar nem a escalação do time, mais perdido do que Léo em Ouro Preto (ou cego em tiroteio, pra quem não conhece), lança titulares instantâneos e os tira antes do fim do 1º tempo. Parece um treinador inseguro, ou inexperiente.
Não vê que o Pablo tem que jogar na cabeça-de-área, que o Madson não pode jogar no Vasco, que o Edmundo não pode ser o cobrador de faltas do time, que o Luizão é o pior dos fracos zagueiros vascaínos, que este time não pode jogar com três atacantes, e que o único atacante titular absoluto, hoje, é o Jean.
Não vê que esse tal de Tiago é um frangueiro, ou está em má-fase, sei lá. Se ele realmente merece ser titular do Vasco, os seus reservas deveriam ser mandados embora.
A diretoria reluta em demiti-lo, dizem que por conta de uma alta multa rescisória. Porém, acho que se trata de uma questão irreversível, esse prejuízo é certo, adiá-lo só vai propiciar mais desperdício de tempo.
Em tempo, o Abubakar pareceu um bom jogador, com ritmo de jogo pode ser bastante útil. Ontem eu não o substituiria, sacaria o péssimo Leandro Amaral. Mas no Vasco, o time tem donos, insubstituíveis, Edmundo, Leandro Amaral e Tiago.
Obs:
A diretoria continua a reclamar da herança que recebeu, ora, apure os motivos disso, responsabilize e cobre os culpados.
Acredito que em médio prazo a situação financeira vai melhorar sensivelmente, acho acertada a opção de cumprir os contratos assinados, dá um bom recado ao mercado.
Acertado também o enxugamento da folha salarial vascaína, restam ainda vários jogadores que não farão a menor falta ao elenco.
O objetivo primordial da diretoria deveria ser garantir a renovação do Pablo e do Phillipe Coutinho, sem perder porcentagens dos seus principais ativos.
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Quando a seleção não é o que interessa
7 Comentarios Published by Robinson julho 19th, 2008 in Basquete
Depois que o Victor jogou a bola laranja para o alto, aproveito para expressar o meu “eu acho”.
A filosofia do técnico do Brasil, o espanhol Moncho Monsalve, que declarou logo de cara que se a equipe se classificasse para os Jogos Olímpicos, os convocados seriam esses, e não os outros, motivou o time a fazer todo o possível. Eles o fizeram com muita honra.
É lamentável que jogadores como Leandrinho, Nenê, Anderson Varejão, Valtinho Paulão e Guilherme Giovanonni tenham interesses particulares mais importantes do que uma participação olímpica, representando o Brasil. O fato é ainda mais contrastante quando se vê a humildade de verdadeiros astros do esporte, como Oscar e Hortência, expoentes não apenas do basquete, mas de todo o desporto nacional, em comparação com a onipotência desses atletas. Vale lembrar que o homem que ganhou o jogo para a Alemanha contra o Brasil, Dirk Nowitzki, é o principal jogador de seu time na NBA e estava lá defendendo sua seleção.
Nenhum deles, Leandrinho, Nenê, Anderson Varejão, Valtinho Paulão e Guilherme Giovannonni, é o jogador principal de seus clubes. Mesmo assim, quem eles pensam que são?
Para ilustrar: Hortência derrotou a sempre fortíssima seleção cubana, em pleno quintal de Fidel, no Panamericano de Havana. Oscar, só para se ter uma idéia, após a derrota para O Dream Team americano (aquele, que tinha Jordan, Johnson, Barkley, Bird, Malone, Pippen, Ewin, Stockton, Robinson… não eu!!!) foi efusivamente cumprimentado pelos astros da NBA, e vários tiraram fotos com o brasileiro. O que fizeram Leandrinho, Nenê, Anderson Varejão, Valtinho, Paulão e Guilherme Giovannoni? Absolutamente nada.
Se o problema é a federação, que sejam homens e usem a força para mudar o quadro, antes que o Grego consiga uma nova reeleição. Ou que declarem que não têm interesse de jogar pela seleção, colocando um ponto final, o que também seria direito deles. Mas pedir dispensa, dando desculpas esfarrapadas, enquanto o Brasil fica de fora da terceira Olimpíada consecutiva, merece uma reflexão.
A situação serve de alerta também para o futebol. Ex-jogadores como Zico e Nilton Santos, lembram que em outros tempos, o jogador só não servia à seleção se estivesse sem uma perna. Hoje, as primadonas pedem dispensa porque estão cansadinhos. Até aí estaria tudo bem. Entretanto, quando chega a Copa do Mundo, eles batem no peito, se dizem “melhores do mundo” e querem seu lugar cativo, do 1 ao 11. O futebol brasileiro já viu esse filme na Copa da Alemanha.
Se o jogador tem dentro dele o espírito da seleção, que coloque uma cláusula no contrato expressando sua vontade de servi-la. Duvido que o Milan deixasse o Kaká de bandeja para Chelsea ou Real Madrid se ele impusesse tal ponto. Porém, isso deve partir dele, pois da parte do clube, óbvio que nunca será.
Se a seleção é apenas uma ambição pessoal, o melhor a se fazer é deixar a estrelinha de fora. Quando o discurso vaidoso do EU se sobrepõe ao do coletivo, melhor reconsiderar tudo. Por esse motivo o Ricardinho não joga mais na seleção brasileira de vôlei. Na manutenção dessa mentalidade coletivista está um dos grandes méritos do Bernardinho, e talvez por isso sua equipe seja tão hegemônica no esporte.
Michael Jordan já disse que a diferença entre o craque do time e o último reserva é o salário. Todo o resto, treino, concentração, dedicação, empenho, é igual para todos, sendo que o craque ainda tem maior responsabilidade. Mas para os garotos, que saíram do nada, e hoje moram nos Estados Unidos e na Europa, têm carros sensacionais, quantas mulheres e pares de tênis quiserem, pode ser o suficiente. Então, que o basquete brasileiro aprenda a viver sem Leandrinho, Nenê, Anderson Varejão, Valtinho, Paulão e Guilherme Giovanoni. Eles não fazem falta mesmo.

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Peço desculpas por atropelar mais um grande post de SEXta-feira, só que o Basquete Masculino do Brasil atropela todo mundo de tão desgovernado que é.
O Basquete masculino brasileiro é meu maior motivo de decepção no esporte.
Eu nem sei aferir de quem é culpa ou qual parcela os possíveis culpados teriam.
Eu não tenho amplo conhecimento do que rola nos bastidores do basquete do Brasil para saber porque diabos 6 principais jogadores do time brasileiro, um time com 12, não foram para a Grécia.
Sei que a CBB é uma organização para lá de conturbada (a exemplo das de judô e de tênis). Não duvido nada que ela não pague aos atletas.
Mas o que me importa é que o Brasil mandou um time B para disputar o Pré-Olímpico. Nenhum dos babaquinhas brasileiros da NBA foram disputar essa porra.
Enquanto isso, o Brasil encarava com seu time B a Alemanha de Dirk Nowitski.
Os gregos jogaram contra o Brasil com seus atletas da NBA.
Os nossos, todos, estão machucadinhos. Com dodói.
É lógico que tem treta por trás disso. Só que isso não livra a cara desse bando de filho da puta.
Quer fazer boicote, então faz direito. Nada de ficar de meio-termo. De palhaçadinha. Faz como Gustavo Kuerten. Se bem que chega a ser sacanagem comparar um cara como Guga com esses deslumbrados castrados do basquete.
Está insatisfeito com a CBB, então unam-se e utilizem-se do prestígio para colocar a boca no trombone. Não quer se mobilizar, sem problema, mas que pelo menos não fique com esse desdém pela Seleção.
Porra. Vai jogar e muda aquela porcaria por dentro, sei lá.
Foda depois vai ser aturar aquele negócio de os “brasileiros da NBA“. Sempre que tiver um desses por lá, eu vou torcer contra eles.
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A Eletrobrás poderia cobrar da CBB. Qual a vantagem de patrocinar um time que já vai derrotado, longe de seu potencial?
A política de patrocínio da Eletrobrás celebra que um dos objetivos é investir no esporte em prol de benefício para a sociedade e para o esporte em geral. Que benefício pode trazer um basquete fora dos Jogos Olímpicos?
O esporte que o Brasil tem tanta tradição, já foi o 2º no coração do brasileiro, com títulos mundiais e tantas outras grandes histórias está na lata de lixo. Um limbo completo.
Duvido que com uma Seleção de Basquete forte, como costumava ser, o título nacional do clube mais popular do Brasil ficasse tão relegado a segundo plano pela mídia.
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O jogo em si foi uma tristeza. A diferença aparentemente normal de 13 pontos esconde o andamento do jogo em si.
1º quarto equilibrado, sem maiores comentários, e o Brasil começa o 2º quarto muito bem. Notava-se que jogava no seu limite. Defesa fortíssima e vibração no ataque. E com tudo isso, o time conseguia abrir 2, 3 no máximo 5 pontos para os alemães, que mostravam-se preocupados, mas dentro do jogo.
Pedido de tempo, e os 5 minutos finais do 2º quarto apresentaram a derrocada brasileira. Parecia o 1º tempo em Quito de LDU 4×2 Flu.
No 3º quarto, teve momento de jogo que a Alemanha abriu 30 pontos de vantagem.
No último quarto, a Seleção Brasileira brigou, correr atrás e ajudada por uma Alemanha que deixava o tempo passar, tirou a vantagem para os 13 pontos que terminou o jogo. Isso com a Alemanha com o placar e jogo totalmente controlados.
Uma vergonha, mas que não deve entrar na conta dos jogadores que lá estavam. Eles eram para ser banco, não são eles os principais do País. Como disse o Oscar na transmissão, eles ao menos foram lá dar a cara a tapa.
Aliás, no intervlo passaram imagens de jogos do Brasil nas Olimpíadas de Barcelona em 92. E quando passou do jogo contra o Dream Team os comentários do Oscar foram bem legais. Dizia do imenso prazer de jogar contra os caras.
Dizia ser duro entrar em um jogo em que você sabia que iria perder, mas ele disse que entrou com o seguinte pensamento:
Eles vão ganhar. Mas eu vou jogar pra caramba. Eles vão ter que pelo menos correr
Eu lembro desse jogo. E foi isso mesmo.
Ao menos, os atletas brasileiros que estiveram em quadra hoje contra a Alemanha, na tragédia anunciada passaram esse espírito. A única coisa que salva.
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Outro comentário interessante durante o jogo, foi quando um dos comentaristas dizia que o jogo do Brasil não estava entrando, a Hortência soltou:
É. O problema é que o jogo do Brasil não está entrando desde 1996.
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À respeito dos comentaristas deste jogo em questão, Paulo Affonso tem uma teoria interessante (polêmica e controversa com certeza, mas interessante) que atribui uma parcela de culpa do não-desenvolvimento do basquete a Oscar Schmitd.
Por mais que eu possa concordar, acho que hoje, diante de tanta bagunça, até essa possível culpa do medalhão já pode ter sido diluída.
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Triste foi ouvir em momento do jogo o Robi Porto comentando:
Até outras seleções fracas disputam as Olímpiadas como Irã e Angola
Esse é o estado do Basquete Brasileiro. O pior é ter de concordar.
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PS: Esse post vai sem foto. Triste e Feio como o Basquete Brasileiro
Enquanto isso a Arena Multi-Uso recebe shows, eventos, convenções, a Púlta-Quil-Paril. Foda-se o Basquete
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Clique nas fotos para visualizá-las melhor.
Parece que a eleição da musa do Brasileirão está bombando no site do Globo Esporte. Infelizmente eu não consigo ver as fotos das candidatas. Esse ano a eleição é diferente. Elas se inscrevem pelo site e passam por testes de conhecimentos sobre os times, além da fundamental beleza (pedindo licença ao Vinícius). São várias por cada clube e só uma irá representar o time de coração. Ao final do campeonato, será eleita a campeã.
Para minha alegria o Globo Esporte coloca em outra parte do site os “destaques da semana”, na qual o sistema aqui do trabalho não bloqueia. Pelo menos isso.
Acima estão algumas que achei mais interessante, mas a do Botafogo merece mais destaque ainda:
Algumas outras mais.
A primeira vai ser a que Victor mais vai gostar. A palmeirense mostra o quê tem de bom e salva o estado de São Paulo. Já o Vascão… hehe… essa é do Serginho.
Não esqueçam de apostar no bolão clicando aqui. Teve jogo ontem e tem jogo amanhã. O ritmo é esse.
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Que o Palmeiras vá bem
25 Comentarios Published by Victor julho 17th, 2008 in Campeonato Brasileiro 2008, Fluminense
Por mais que eu queira torcer contra a Seleção Brasileira, por todos os motivos que existam para isso, prefiro torcer para que esses problemas deixem de existir.
E um desses problemas é ter de aturar uma Seleção com um interino no banco.
E isso quando tem clube no Brasil que tem técnico de verdade no banco.
E talvez por ter um técnico no banco do Palmeiras, o contraste com o Pachecão tenha sido mais evidente.
O que houve no Parque Antártica foi o jogo de um time contra um bando. A impressão que passa é que o Fluminense não treina. Pelo menos não treina para criar.
O Fluminense deixa a impressão que joga para se segurar e confiando nas jogadas de bola parada para marcar. O Fluminense joga para receber faltas.
Fabinho pelo jeito tem uma única função no Fluminense: justificar a contratação de Ygor. É impossível um time que queira jogar bola contar com Fabinho no time.
Outra coisa que não dá para entender, é a insistência em Washington jogar atrás puxando jogo. No 1º tempo isso irritava. Washington faz gol. Ponto. Lá atrás, ele só faz besteira. Não faz o menor sentido ele recuar.
Claro que o Pachecão faz isso porque ele é alto, para defender em bola aérea.
Azar que o cara é alto. Coloca outro lá atrás para marcar. Parece até que os times que tinham Romário ou Bebeto (ou os dois) sentiam falta deles na sua área em escanteio.
Já Luxemburgo, armou um Palmeiras onde Thiago Neves, supostamente o mais perigoso jogador do Fluminense foi marcado por Léo Lima (e como marcou bem). Jogador que quando pega a bola sabe o que fazer, ao contrário de Fabinho, que aliás não consegue nem sem a bola (o que foi aquela queda ridícula dele). Junior Cesar era marcado por Denilson (que aliás, marcou bem).
Todo mundo no Palmeiras saia para o jogo e o Porco já foi melhor no 1º tempo por mais que parecesse equilibrada a partida.
No 2º tempo Vanderlei brincou com Renato. A partida ficou fácil para o Palmeiras. O Palmeiras fez a partida ficar fácil. Fez 2×1 em uma moleza da zaga tricolor e de Fernando Henrique. Claro que o Fluminense poderia empatar em um daqueles gols de bola parada ou que saem do nada, mas não era a tendência. O jogo se transformou em um duelo Diego Souza x Fernando Henrique. E o goleiro tricolor nessa brincadeira se deu bem. Mas parecia que ninguém do Fluminense fazia questão de interrompê-la.
Diego Souza não fez gol, mas se destacou no 2º tempo, junto com Leandro, quando só o Palmeiras de Luxemburgo jogou. E olha que Valdivia nem apareceu para o jogo neste 2º tempo.
Renato, bem, Renato fez o de sempre. Perdendo, tirou Fabinho para colocar Tartá. O que demonstra não ter convicção no time que escala. Ou ter a convicção de escalar um time para não tomar gol. Se levar, aí corre atrás. Dessa forma, a volatilidade dos resultados acontecerá com freqüência. Sem contar que assistir a um jogo do Fluminense é sempre uma surpresa. É complicado assistir a um time com tantos bons jogadores sem padrão de jogo.
Eu acho pouco para quem quer se colocar como treinador TOP.
Não estou dizendo que o Renato não deva ser o técnico do Fluminense. Ele não é pior que a maioria que por aí está, mas bom mesmo, são poucos.
E dentre esses poucos, Luxemburgo é um deles. Podia ter mais uma chance na Seleção.
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Vi com ressalva esse estilo sul-americano de apitar que o juíz usou em Palmeiras 3×1 Fluminense.
Está certo que o juíz deixou o jogo correr. E isso aparentemente deixa o jogo melhor.
Só que não se deve combater um erro com outro. Senti que muitos lances, por não parecerem faltas claras, o juíz deixou o jogo correr. A confirmação vai ficar para outro jogo porque a SporTV fazia questão de não repetir os lances.
Mas teve um que filmou bem, que não foi de uma falta mal marcada, mas sim de uma mal cobrada.
Em uma falta para o Fluminense, Conca bateu com a bola rolando e muito. O juíz viu e mandou que seguisse, certamente para que o jogo corresse. Um erro que ali não teve conseqüências, mas vai se perdendo critério. Quando vai valer cobrar falta com bola rolando ou não?
Sem contar que pareceu-me um pouco randômico o processo de marcação das faltas, o que tirou um pouco a graça, pois me pareceu que várias jogadas de contra-ataques nasceram dessas faltas não marcadas.
Eu não gostei. Falsa emoção. Quem gosta de aleatoriedade que vá assistir Fórmula-Indy.
VISÕES PALMEIRENSES:
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